...mas de toda a poesia que existe.
"Deixa eu dizer algo bonito para você,
já que hoje senti falta de alguém.
Todos esses dias bons, todas aquelas xícaras de café..
Como um bom saudosista do amor,
resolvi assistir um daqueles filmes dos quais você adora.
Lembrei de todos aqueles vestidos e cachecóis.
Você sempre inventa algo pra voltar no tempo,
até suas frases de ódio são retrô.
Isso me fascina, me inibe do mundo, me apaixona.
Seus lábios não tão doces, mas seu gosto é puro.
Seus olhos refletem felicidade, creio que como em farenheit 451,
sua casa é especial e a antena instalada, não é a da tv.
Naquela tela lcd da sala, em frente a mesinha de chá, roda livros clássicos, livros românticos, livros de contos como esse. De um perdido, achado, no encanto dos olhos, louco de saudade, com você perdida em mim.
O Fuhel ordenou!: Levanta bombeiro, desperta e queima estas letras que descarregam a angústia.
Perdoe-me os livros, perdoa-me dos gritos que ecoam.
Uma saia de bolinha não faria um soldado chorar, assim como uma novela repetida com dois jovens felizes."
Poema de J.S.