Outro dia ví um filme que me fez ver que a beleza está aí, muitas vezes não tão óbvia, não tão padronizada como a gente espera.
Há beleza no encontro, mas há também no desencontro. De certa maneira estamos nos separando de algo ou alguém a cada dia que passa e precisamos estar contentes e tranquilos para fazer do desencontro tão belo e siginificativo quanto o encontro.
Não conseguimos explicar a vitalidade de certos desencontros, pois, na verdade, não há o que se explicar.Certos desencontros não devem jamais ser esquecidos e pronto- podem gerar filmes, também!-. Sempre estarão ali, como poeira nas frestas, como cheiro de livro antigo. Ninguém terá a capacidade de apagá-los.
O desencontro é como o amor, mas exatamente o seu oposto.
Filme el pasado com Gael García Bernal.
