quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Ao Pai!

Nós mulheres e homens de Deus, muitas vezes, temos uma relutância tremenda de entregar as nossas vidas ao Pai, mas entregamos muito de nós mesmos a estranhos. Com maior ou menor intensidade, sempre mergulhamos no desconhecido. Não sei se para você que está lendo, esta entrega é positiva. Obviamente que a cada dia crescemos convivendo com quem pensa e vive mundos diferentes do seu. Há de se ter um limite, entretanto, que você deve estabelecer,  pois a partir de um certo momento, você já não sabe qual é o mundo você vive. Perde-se a referência.
Eu costumo cair na real quando eu esqueço a idéia de que meu Deus é tão distante que se torna alguém inatingível. Aí eu me aproximo do Pai, como um cometa se aproxima da Terra.